Mimosa

Esta é a Mimosa, apenas uma entre as 240 milhões de vacas leiteiras em todo o mundo. A Mimosa trabalha duro todos os dias para fornecer muitos litros de leite, necessários para a produção de produtos que tanto amamos, como sorvetes, queijos, iogurtes e manteigas.
A Mimosa vive em uma fazenda que se preocupa com os seus animais, no sudoeste da Inglaterra, onde ela e o restante do seu rebanho pastam em campos de grama verdinha. Lá, todas as vacas são muito bem cuidadas, recebendo alimentação suplementar e maior quantidade de água sempre que necessitam.
Mimosa e suas amigas têm sorte: elas são criadas ao ar livre, em seu ambiente natural, e podem se locomover entre grandes espaços, o que lhes permite manterem-se mais saudáveis, sem manifestar os problemas de locomoção típicos das vacas criadas confinadas.
Quando tem que dar o seu leite, a Mimosa é conduzida a um recinto apropriado – seu criador tem a percepção certa de que, se for tratada de maneira adequada, a Mimosa poderá lhe fornecer um bom leite por até 20 anos.
A história da Mimosa é uma daquelas de final feliz. Mas, infelizmente, não é o que acontece com milhares de outras vacas leiteiras espalhadas pelo mundo.
Muitas delas são criadas e alimentadas em ambientes fechados, sem poder pastar ou sequer ter contato com o pasto. Suas curtíssimas vidas – de, no máximo, seis anos – são passadas sobre pisos irregulares, que lhes causam terríveis ferimentos nas patas, dificultando seus movimentos naturais, como andar, deitar ou mesmo se manter em pé.
O mais grave ainda é constatar que várias delas foram criadas para terem enormes úberes (conjunto de mamas onde se armazena o leite) a fim de produzirem mais leite - o que, além de antinatural, causa dores e prejudica a locomoção destes animais: 40% das vacas criadas desta forma acabam ficando com problemas locomotores.
O que a maioria das pessoas não sabe é que fazendas como a habitada por Mimosa são boas tanto para os animais quanto para os seres humanos, que delas se beneficiam de várias maneiras, como na contenção do consumo de energia e de outros recursos naturais preciosos.
Já que a maior parte da água e dos alimentos que Mimosa e suas amigas consomem vem das pastagens, seus criadores não precisam ter despesas com rações e nem com o transporte destes alimentos, ao contrário dos criadores que mantêm os seus animais confinados. Ademais, a criação ao ar livre torna desnecessário o uso de água e de energia para a limpeza do enorme volume de dejetos produzidos por vacas leiteiras mantidas em ambientes fechados. Já quando criadas soltas, os dejetos produzidos servem de adubo, que retornam naturalmente para o solo.
As pastagens da Mimosa também apresentam outros benefícios ambientais consideráveis ao converterem dióxido de carbono – um gás do efeito estufa – no oxigênio, que nos é tão vital.


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