
A WSPA - Sociedade Mundial de Proteção Animal visa construir um mundo onde o bem-estar animal importe e os maus-tratos contra os animais tenham fim. Para tanto, atuamos em mais de 50 países, trabalhando não só com animais, mas também com pessoas e organizações que, com respeito e compaixão, possam assegurar o bom trato aos animais. Nossas campanhas têm a intenção de combater os problemas mais graves e recorrentes relacionados ao bem-estar animal. Somos também líderes mundiais na resposta a desastres envolvendo animais e na redução de riscos aos mesmos.
Em âmbito regional, objetivamos melhorar a vida dos animais, interagindo com seus guardiães e suas comunidades. A WSPA tem status consultivo no Conselho da Europa, além de colaborar com governos de vários países e com as Nações Unidas para a inclusão do bem-estar animal na pauta das discussões globais mais prementes.
No Brasil, a WSPA começou a atuar em 1989, quando apoiou organizações de Santa Catarina na luta contra a Farra do Boi e divulgou internacionalmente essa prática cruel.
Em 1991, instalou seu primeiro escritório no país, quando a médica-veterinária francesa Claudie Dunin, uma das pioneiras na luta pela proteção animal no Brasil, e presidente de nossa primeira ONG parceira no país (Sociedade Zoófila Educativa), doou à WSPA um escritório em São Paulo.
A partir daí desenvolveu projetos de grande impacto, entre eles, em 1993, a Soltura do Flipper, o último golfinho marinho em cativeiro no país. O norte-americano Ric O’Barr (ex-treinador de golfinhos que mudou sua trajetória e passou a readaptar cetáceos cativos à liberdade) foi contratado pela WSPA para fazer a reabilitação do animal, transportado de um tanque em Santos para Laguna, onde tinha sido capturado vários anos antes. A WSPA contou com o apoio logístico da Associação Catarinense de Proteção aos Animais – ACAPRA.
Em 1994, implantou em Porto Alegre a Clínica PAATA, pioneira no atendimento gratuito de eqüídeos de tração.
Em 1995, a I Conferência Internacional Pet Respect, organizada pela WSPA em São Paulo, foi outro importante marco na história da proteção animal no Brasil. Pela primeira vez no país foi discutida e divulgada a metodologia do controle humanitário de populações de cães e gatos, preconizada pela Organização Mundial de Saúde. Um dos frutos do projeto foi a implementação dessa nova metodologia, incluindo programa de esterilização e de educação em guarda responsável, pela Dra. Rita Garcia, no Centro de Controle de Zoonoses de Taboão da Serra.
Em 1996, o escritório em São Paulo foi fechado, sendo a gerência da WSPA Brasil transferida para o Rio de Janeiro.
Nos 15 anos de atuação no Rio de Janeiro, a WSPA Brasil vem experimentando um crescimento vertiginoso, ampliando progressivamente seus programas. Hoje, há projetos em diversas áreas importantes para a promoção e disseminação do bem-estar animal no país.